Dia 3 - Minha cidade
"É uma cidade de papel, com pessoas de papel [...] Uma cidade de papel para uma menina de papel. (…) Eu olhava para baixo e pensava que eu era feita de papel. Eu é que era uma pessoa frágil e dobrável, e não os outros. E o lance é o seguinte: as pessoas adoram a ideia de uma menina de papel. Sempre adoraram. E o pior é que eu também adorava. Eu tinha cultivado aquilo, entende? Porque é o máximo ser uma ideia que agrada a todos. Mas eu nunca poderia ser aquela ideia para mim, não totalmente." - Margo Roth Spiegelman - Cidades de papel - John Green
Esse verso me define muito, define muito a minha cidade, define todos nós, ninguém vive para ser realmente feliz, todos vivemos para sermos bem vistos pela sociedade, que na maioria das vezes não faz nem ideia do que passamos para chegar onde chegamos, para eles é muito mais facil nos julgar, do que procurar saber o que realmente acontece com cada um de nós, e muitas das vezes julgamos as pessoas por agirem dessa forma, mas mesmo sem perceber também agimos, a partir do momento que julgamos as pessoas por serem assim, estamos nos igualando a elas, é um ciclo vicioso, sem fim, como diria um escritor que admiro muito, é uma "espiral" um "rodemoinho" no qual entramos, e jamais saímos. As pessoas são muito superficiais, preferem nos julgar a cuidar de suas próprias vidas, mas não cultivam o sentimento verdadeiro dentro de suas próprias casas. Como dizem "falar e muito mais fácil do que agir". Reaja, faça a diferença, ajude sua cidade a ser mais humana, isso é muito mais eficiente do que julgar o próximo, ajude as pessoas a serem mais humanas, cultive o sentimento... Por hoje é só!
"É uma cidade de papel, com pessoas de papel [...] Uma cidade de papel para uma menina de papel. (…) Eu olhava para baixo e pensava que eu era feita de papel. Eu é que era uma pessoa frágil e dobrável, e não os outros. E o lance é o seguinte: as pessoas adoram a ideia de uma menina de papel. Sempre adoraram. E o pior é que eu também adorava. Eu tinha cultivado aquilo, entende? Porque é o máximo ser uma ideia que agrada a todos. Mas eu nunca poderia ser aquela ideia para mim, não totalmente." - Margo Roth Spiegelman - Cidades de papel - John Green
Esse verso me define muito, define muito a minha cidade, define todos nós, ninguém vive para ser realmente feliz, todos vivemos para sermos bem vistos pela sociedade, que na maioria das vezes não faz nem ideia do que passamos para chegar onde chegamos, para eles é muito mais facil nos julgar, do que procurar saber o que realmente acontece com cada um de nós, e muitas das vezes julgamos as pessoas por agirem dessa forma, mas mesmo sem perceber também agimos, a partir do momento que julgamos as pessoas por serem assim, estamos nos igualando a elas, é um ciclo vicioso, sem fim, como diria um escritor que admiro muito, é uma "espiral" um "rodemoinho" no qual entramos, e jamais saímos. As pessoas são muito superficiais, preferem nos julgar a cuidar de suas próprias vidas, mas não cultivam o sentimento verdadeiro dentro de suas próprias casas. Como dizem "falar e muito mais fácil do que agir". Reaja, faça a diferença, ajude sua cidade a ser mais humana, isso é muito mais eficiente do que julgar o próximo, ajude as pessoas a serem mais humanas, cultive o sentimento... Por hoje é só!
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